Indicador de felicidade no trabalho?!

Semana passada frequentei o evento PMDay, do PMI-RS, com apresentações de cases de sucesso da implementação de PMO e também sobre uma visão mais ágil sobre este tipo de organização cada vez mais comum no mercado. Durante a palestra sobre PMO Ágil e no Q&A acabou surgindo o assunto sobre as pessoas dentro do processo. Entre diversas perguntas e explicações, ficou claro que todos ali sabiam que o importante eram as pessoas envolvidas em um processo e não o contrário. Este assunto vem se tornando cada vez mais relevante nas mídias, palestras e blogs de administração e gerenciamento no mundo e com isso em mente, eu gostaria de falar aqui hoje sobre uma técnica demonstrada pelo professor Eduardo Peres de criar um indicador de felicidade para os projetos da DB Server, na qual é diretor.

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Palestra PMO Ágil por Eduardo Peres

Jeff Sutherland,  no seu livro “Scrum: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”, afirma que a felicidade de um profissional é um dos aspectos mais importantes de um projeto. Todos nós sabemos que cada profissional é mais que um recurso. Mais que números em uma planilhas. Mais que um nome em um post-it. Nossos colegas de trabalhos, assim como nós, são pessoas trabalhando em uma cultura empresarial; seja ela ágil, tradicional ou startup; em busca de satisfação profissional e pessoal.  Em um estudo realizado em 2005 denominado “Os benefícios do frequente efeito positivo: Felicidade leva para o sucesso?” é trabalhada a ideia de que a felicidade dos integrantes de um projeto procede resultados importantes e são indicadores  de prosperidade.

“As pessoas não são felizes porque são bem-sucedidas, elas são bem-sucedidas porque são felizes”

– Jeff Sutherland

Levando isso em consideração e com o objetivo de criar um termômetro do estado de cada integrante de um determinado projeto, os participantes respondem como estes se sentem perante a demanda sendo executada. Entre carinhas felizes, amenas e tristes cada profissional pode colocar como se sente referente às atividades daquele projeto em um status semanal. Em outra dinâmica, os participantes poderiam colocar  como se sentiam referente ao cliente, empresa, colegas, entre outros aspectos condizentes com a avaliação que gostaria de ser feita. No final temos um quadro de acompanhamento de projetos, no qual conseguimos acompanhar facilmente o que cada um sente.

Estes são alguns exemplos em como podemos criar um indicador de felicidade pessoal para projetos e ambiente de trabalho. Ser ágil não é somente um processo, ser ágil é uma cultura empresarial. Mas o que você acha sobre esse assunto? Acredita que existe uma ligação direta com o emocional de um membro do time com o resultado de um projeto? Comente e discuta abaixo!

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